Titãs NuclearesOs líderes que estão redefinindo o diagnóstico 
por imagem molecular na América Latina.

Titanes Nucleares

Na América Latina, há médicos nucleares e físicos médicos que estão realizando um trabalho extraordinário. Eles estão criando programas de medicina nuclear do zero, ampliando o acesso onde ninguém acreditava ser possível, formando novos profissionais e oferecendo diagnósticos e terapias que estão mudando o rumo da vida dos pacientes.

Titãs da Medicina Nuclear reúne oito referências, de seis países, com diversos temas que definem o rumo da especialidade. Suas histórias não são apenas inspiradoras, mas também a prova mais contundente do que a imagem molecular pode alcançar quando existe o propósito de oferecer o melhor atendimento a cada paciente.

Conheça os Titãs que estão impulsionando a medicina nuclear na América Latina!

Conheça os Titãs

Qual é o retorno de um bom investimento em diagnóstico? Para cada dólar destinado à imagem molecular, o retorno pode chegar a 179 dólares. Mas por trás desse número há uma batalha diária: hoje, cerca de 90% das terapias teranósticas chegam ao paciente apenas por meio de processos judiciais. Assista à entrevista e descubra a visão de uma médica nuclear que escolheu a terapia para estar perto das pessoas — e que luta para que o acesso deixe de ser um privilégio.

"É natural pensar que todos poderíamos ter acesso a bons tratamentos e a bons resultados clínicos." — Dra. Adelina Sánchez, Diretora de Medicina Nuclear e Imagem Molecular do Hospital Santa Izabel, Salvador, Brasil

Ele instalou um dos aparelhos PET/CT com o número de série 001 em toda a região latino-americana — e nunca deixou de inovar. Neste depoimento, um pioneiro da medicina nuclear conta como a teranóstica transformou não apenas seus pacientes (alguns com mais de dez anos de sobrevida), mas também sua própria maneira de exercer a medicina.

“Antes era basicamente o exame de imagem, um contato fugaz com o paciente. Hoje tenho essa relação como médico responsável pelo tratamento.” — Dr. Horacio Amaral, diretor-geral da PositronMed e da PositronPharma, Santiago do Chile

Em plena pandemia, um paciente argentino precisava de um tratamento que não podia ir buscar no exterior. Seis anos depois, a história de Fernando explica por que o acesso equitativo à medicina de precisão não é um luxo, mas uma urgência. Assista à entrevista e conheça um panorama da radiofarmácia hospitalar que está mudando as regras do jogo na região.

“A equidade não é a mesma em todos os lugares.” — Dra. Maria Bastianello, diretora médica da Oncidium Latam e do Hospital Universitário CEMIC em Buenos Aires, Argentina

Gálio-68, PSMA, DOTATATE: produzi-los internamente já faz parte do DNA de um dos hospitais mais reconhecidos da região. Agora, uma nova radiofarmácia e um hospital oncológico pretendem expandir os teranósticos. Saiba com o Dr. Wagner o que é necessário — e quais obstáculos regulatórios precisam ser superados — para alcançar esse objetivo.

“A produção de radiofármacos já faz parte do DNA do hospital.” — Dr. Jairo Wagner, Hospital Israelita Albert Einstein, Brasil

Os gêmeos digitais e a medicina personalizada já estão chegando — mas não serão desenvolvidos na América Latina se a região não gerar e validar suas próprias informações agora. Uma reflexão franca sobre a qualidade dos dados, o acesso (ainda limitado) a novos radiofármacos como o FAPI e o verdadeiro custo de ficar para trás.

“Não será possível construir o futuro na América Latina se não tivermos essas informações. É preciso construí-las a partir de agora.” — Dr. Carlos Granados, médico nuclear do Centro de Tratamento e Pesquisa do Câncer Luis Carlos Sarmiento Angulo (CTIC), Bogotá, Colômbia

Até 45 pacientes em um único dia. Como fornecer um diagnóstico preciso, em tempo hábil e que o oncologista compreenda imediatamente? O segredo está em integrar cada imagem anterior com a atual e ir muito além do SUV máximo, chegando a medir a carga tumoral real.

“Conseguimos manter uma linguagem comum com eles, por meio da tecnologia.” — Dr. Ivan Vega, médico nuclear da Clínica Las América, Medellín, Colômbia


Menos dose, menos tempo e maior precisão diagnóstica: o equipamento de última geração é apenas o ponto de partida. Na Universidade da Nação, as imagens certificadas pela EANM se traduzem em pesquisa de alto nível, atendimento àqueles que mais precisam e na formação dos especialistas de que o país necessita. Três pilares, uma mesma missão.

“A universidade não são as salas de aula, nem as indústrias são as fábricas: são as pessoas que estão por trás delas.” — Dr. Miguel Olarte, médico nuclear da UNAM, Cidade do México

Cinco milhões de habitantes, cerca de 10.000 novos casos de câncer por ano e a determinação de se tornar o centro de medicina nuclear da América Central. Como uma universidade pública passou de 30 para 70 exames por semana — e por que isso é apenas o começo.

“Ninguém imaginaria que um país da América Central estivesse fazendo esse tipo de coisa.” — Dr. Erick Mora, físico médico, Universidade da Costa Rica


Os referentes da imagem molecular se reuniram em um único lugar

MI World Summit

Durante dois dias, o MI World Summit 2026 reuniu em Copenhague os líderes mundiais da imagem molecular para duas jornadas de intercâmbio científico, colaboração e discussão sobre o futuro da especialidade. Entre essas vozes estavam aqueles que estão redefinindo a medicina nuclear na América Latina: pioneiros que instalaram os primeiros equipamentos no continente, hospitais que hoje produzem seus próprios radiofármacos e especialistas que estão construindo a evidência local para tornar possível a medicina de precisão.

Aproveitamos esse encontro para conversar com eles. O resultado é Titãs Nucleares: conversas francas sobre a teranóstica de nova geração, o acesso equitativo à terapia e o futuro da imagem molecular, registradas exatamente onde esse futuro estava sendo discutido.

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